ÓLEO
Triste. Revoltante. Lastimante. Atropelamento seguido de fuga sem prestação de socorro. A jovem lata de tinta esmalte sintético branca não teve chances.
.“O relógio marcava 5 horas (como começam 80% das entrevistas com alguma banda), o carro chegou e deu em cheio”, diz a faixa de proibido estacionar, uma das únicas testemunhas, e completa: “até espirrou em mim, um pouco”.
Na hora da fuga, o estardalhaço foi denunciado por tentativas frustradas de ré e retorno em local proibido. Já com suas funções vitais comprometidas, a lata não conseguiu chamar ajuda.

"Ela conservava o brilho e a aparência de novo, mas agora...", lembra, apreensiva, com lágrimas nos olhos e encarando a nossa câmera, a mãe da vítima
Do óleo à cal
A mãe da vítima, em estoque num depósito próximo, foi alertada pelo casal de rolinhas que havia parado no fio. Ela ficou chocada com as cenas fortes (cobertas, na imagem, pelos galhos da árvore aqui da entrada).
“Era uma boa menina. Criava uma película com proteção prolongada, conservando o brilho e a aparência de novo por muito mais tempo. Era indicada para superfícies externas e internas de madeiras e metais, mas agora… agora vai direto para a caçamba de entulho”, disse a mãe, abalada.
Quando perguntamos como ela se sentia ao ver uma filha de alta classe morrer de forma tão trágica e ainda ser arrastada pelo agressor até ser rebaixada à classe da “cal para guias e faixas de pedestres”, a mãe não resistiu e ressecou. Foi socorrida cerca de 40 minutos depois, com alta doses de um thinner bem do forte.
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Patch: the 10 most commom game design mistakes







May 27, 2009 at 2:58 pm |
Que fita, cocão.
June 25, 2009 at 3:38 am |
[...] por quem garante que milagre é milagre e o resto é groselha, a senhora pode estar envolvida em crime de atropelamento triplamente qualificado ocorrido dias antes no mesmo [...]