NA PAZ
Overlord II é bom não por ser genial. É bom por permitir que você mate mais de dúzia de foquinhas fofinhas branquinhas (ou fluffy rats). Ou que você encaminhe pequenos demônios à tarefa de espancar um bando de crianças para roubar-lhes as roupas e enganar o porteiro da cidade. Chama a Peta aí – e suas modeletes contratadas pra posar de coelhinha no frio da Alemanha. Quando eles chegarem a gente manda começar do começo.

Foquinha animal. Elas têm hábitos terríveis: matam peixes fofinhos, mastigam a cabeça. Um horror, uma tragédia
Como foi dito: “Overlord II is attempting to offend as many different groups and ideologies as possible, ’so nobody has to feel discriminated against’”. E assim foi feito. Uma das missões diz: mate mil gnomos.
Ai, meu Deus, que judiação. “Se fosse pra comer alface eu nascia coelho”, diz a outra lá, em citação gratuita aqui. E fica a aposta: cheio de “protetor dos animais” aí que nunca entrou no rio, nem sabe o que é período reprodutivo.

Aqui é a galera que entrou pelo sistema de cotas. Tudo imagem e som, criados a tortilhas de abóbora e suflê de cenoura

Cada piada ruim que você vê no Twitter contribui pra aumentar o peso do machado e o fator desgraceira desse império do mal
Tem também o fator “pegada Carmageddon“, que é sempre bom e ultimamente faz falta. GTA IV tá cheio disso, mas galera fica muito ocupada em zoar na cidade. Fallout 3, também – e povo muito ocupado pra ler os computadores. Por isso galera se perde nas importâncias, começa a recitar poesia, degradar a coleção de MP3 e defender movimentos com um conhecimento de causa que renderia umas três porções de farelo de ceva. Quando deviam, na pior das hipóteses, aprender a cortar jpeg direito, organizar as janelas no monitor wide de 22 e, claro, botar um papel de parede que preste.
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Peta: the 5 most hated creatures on the planet






