BOOTH BABES
.
Lançamento de Wii Fit – maio – São Paulo:
E3 – julho – Los Angeles:
++++
E na Wired: a extinção das booth babes
.
Lançamento de Wii Fit – maio – São Paulo:
E3 – julho – Los Angeles:
++++
E na Wired: a extinção das booth babes
.
Muita emoção e pesadas intrigas em cerca de 12 horas de twittadas old school: caneta no papel e muita fé na capacidade humana de auto-incompreensão.
Hit the jump.
.
Em vez de rodar mais um powepoint com números de vendas, a Sony cria uma fase de LittleBigPlanet pra guiar a apresentação. Sack Boy já é o sucessor de Snake – pelo menos aqui.
Pulseiras de coletiva de imprensa na E3 2008.
Sony: berrante, 3D, escandalosa, reluzente, drum´n´bass, tecno, hi-tech, leitor de Blu-Ray. Pedem cadastro antecipado e, portanto, metade de Los Angeles já desfila com a parada laranja no pulso um dia antes do evento.
Nintendo: branca, discreta, neutra, casual, clean, coisa de hospital, sem HD. Entregam na hora da coletiva e você demora quase um dia pra ficar sabendo que a diferença da “normal” para a “VIP” é um círculo em tons de cinza 20%.
Microsoft: sem pulseira, só uma espécie de colar pendurado no pescoço (tô procurando fotos). Porque eles estão “numa vibe mais Lenny Kravitz” (boa, Pirajuí) e tal.
.

Um deles fez Gears of War. O outro tá parado ali na quarta fase.
.
E a seguir: as melhores fotos de telões de conferências da E3 2008.
Um oferecimento de Keiji Inafune, um dos caras.
.
Acima: Théo Azevedo (cavaquinho), Humberto Martinez (drums), Nelson Alves Jr. (bass guitar), Pablo Miyazawa (lead guitar), Renato Viliegas (lead vocals), Gabriel Morato (keyboards)
Abaixo: Eduardo Piagentini (staff), Bueno (roadie #1), Petró (roadie #2)
.

No mercado:
Passa o chiclete, o chocolate. Emperra no Dead Rising (Mature – 17+). “Vou precisar da sua identidade”, diz ela.
No restaurante:
Pede cerveja. “Vou precisar de sua identidade. Não, essa não serve. Tem de ser o passaporte”, diz ela.
Na Amoeba:
Passa The National, passa Man or Astro-man, pára no Sebadoh. “Sebadoh! Wow”, diz ela.
.
Daqui a algumas horas a equipe deste brog pega uma série de aviões rumo a Los Angeles – a maior cidade da Califórnia, aquele país que faz fronteira com os Estados Unidos. A missão é nobre: surfar a valer e ajudar a apagar os incêndios que brotam na região e geram notícias e notícias. A convocação veio de Tio Arnold, que garantiu bônus se o número de headshots superar os gastos com transporte (chances de entrevistar o governador do Texas e 15 minutos pra tirar um contra de Street fighter 4).
Los Angeles é o segundo melhor lugar do mundo para morar – só perde para o cativeiro das Farc. A tarefa de combater o fogo vai resultar em acontecimentos curiosos, como um contrato de fé com os equivalentes de redbull para dar conta da agenda cheia.
Os objetivos paralelos são exercitar as frases aprendidas na escola (“Where´s the mansion, cousin”, “Not now Roman, I´m driving a truck full of explosives” e “Hey, Michelle, I´m really sorry”) e renovar o brog com tags insuperáveis como “hermosabeach“, “palosverdesestates” e “boothbabesdae32008“.
Nas horas muito vagas vamos dar uma passada rápida na E3, o maior evento de games desde a Fenasoft 96. Se você não sabe o que é E3, guarde isso: é um Salão do Automóvel dos Games – mas sério e divertido e em que só entram convidados. (E ao qual você só vai dar importância 20 anos depois de perceber que falar “nossa, parece um filme” e “aimeudeus que bonito” não engana muita gente por muito tempo).
++++
E na Wired: os homens criam as piadas, as mulheres riem. Quando riem.