> trigger happy

VERY HAPPY

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Trechos mais ou menos traduzidos de “Trigger Happy”, de Steven Poole (2000), indispensável e com download gratuito em PDF por aqui.

“Obviamente, os videogames foram programados pela Natureza para serem promíscuos: quanto maior o número de humanos impregnados com o código, maiores as chances de a nova geração sobreviver”.

“A Nintendo era os Beatles: diversão pra toda a família, com superioridade artística mas uma ligeira preocupação em manter uma imagem inofensiva; a Sega, por outro lado, era os Rolling Stones, a gangue com a malandragem das ruas, garantindo a agitação para os jogadores hardcore”.

“De certa forma os videogames são apenas uma forma de entretenimento – mas comparados a algumas outras, são uma opção muito mais interessante. E ainda parece haver aquele medo de que os games estejam se acotovelando com outras formas de arte, e de que nós estejamos incentivando uma geração de andróides vidrados em um monitor, sem habilidades sociais, sensibilidade poética ou ambição empresarial”.

A ambição empresarial eu passo.

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