> one and two are the same and they both work as well

RH

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Aí todo mundo babando pro projeto Tricô, que é profundo, que é tocante e o caray. E você precisa gostar pra mostrar que “entende quem está por trás disso e o que eles fizeram antes”.
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Catecismo demais, com um pouco assim de história sem fim e essas desgraça. No singular. Chupa, Alexei. Mesma coisa Okami – a Clarice Lispector dos games.

Porque o videogame acostuma mal. Em Brain Age você descobre, via rabisco, que 2 + 2 = um 4 torto e bem rápido. Aí você entrega umas planilhas na vida real e a diretora vem dizer que, na verdade, o resultado é 0,13.

Então você vai se matar pra upar level. Depois de 90 mil horas pega um bug, perde o save, zeram os achievements. E isso porque você foi honesto – mas não previu a falha no desenvolvimento.

Enquanto isso, o vô vai dirigindo e a vó gritando. “Mas que placa é essa, inferno”. “Olha esse cara que absurdo desgranhento, tem que ser preso”. E o neto “Já chegou? E agora?”.

E assim vamos. Porque, com ou sem E3, tem Uncharted 2.
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E Fuel.
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Onde, apesar dos shaders, os diálogos são realistas, as situações são verossímeis e as regras matemáticas sempre funcionam. Porque, joguinho por joguinho, ficamos com o Xisboca. Maior justiça.

++++
Viva Júlia:
12 ways videogames actually benefit REAL LIFE

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